segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A Alma Imoral



Ganhador do Prêmio Shell de Melhor Atriz RJ
Ganhador do Prêmio Qualidade Brasil Melhor Atriz Drama SP
Mais de 260.000 espectadores
Mais de 7 anos em cartaz

http://almaimoral.com/

Apresentação do Edital Cultura 2014


Pensar e Agir com a Cultura: Livro de Gestão Cultural para Baixar

Para os produtores de plantão e para aqueles que por necessidade acabam fazendo produção:



Os dez artigos que compõem este livro apresentam olhares diversos sobre a questão da gestão cultural, entendida como atividade que deve sempre ser pensada dentro da perspectiva da proteção e promoção da diversidade cultural. Nesse sentido, como ressalta José Márcio Barros, em um dos textos deste livro: “diversidade cultural e gestão são expressões que, longe de revelarem consenso e homogeneidade, nos remetem ao campo das ambiguidades e contradições com que pensamos e nomeamos nossas diferenças e nossos modos de geri-las.”


Ou seja, ao pensar em gestão cultural, também estamos refletindo sobre o jogo da alteridade. Isso porque o exercício de práticas culturais instigantes e, de fato, significativas para os envolvidos nelas, requer muito além de sensibilidade e boas intenções. Tensões políticas de variados modelos de ordenamento e gestão tornam a diversidade cultural a própria possibilidade de lidar com a realidade multifacetada por excelência. 

Práticas de gestão resultantes da capacitação adequada de gestores culturais, bem como uma postura comprometida por parte das instituições públicas e privadas, diretamente relacionadas ao exercício da vida cultural, possibilitam que ideias criativas saiam do estágio de projeto e se tornem realidade concreta para as comunidades envolvidas.

Ficou curioso? É só baixar e ler!  Vale a pena! 



Lançada a terceira edição do “Guia do Incentivo à Cultura”

Excelente fonte de consulta para produtores e agentes culturais!



Revisado e ampliado, o livro do advogado Fábio de Sá Cesnik é uma é uma obra de referência
para empresas que investem em cultura, artistas, produtores e advogados, além de estudantes de Direito, Comunicação e Marketing. 

A utilização do incentivo fiscal é frequente em nosso país e é aplicada em vários campos da atividade humana. O incentivo à cultura, porém, sofre de uma carência de publicações que aliem aspectos doutrinários a uma ótica mais técnica. Apresentando tópicos importantes como leis federais, estaduais e municipais comentadas e benefícios fiscais para empresas investidoras, este livro é uma contribuição àqueles que se lançaram ou querem lançar--se no caminho da construção e da sedimentação responsável do nosso patrimônio artístico e humanístico.

A terceira edição deste livro, que já se tornou a principal referência da área, traz ainda a últimas alterações da Lei Rouanet, a partir da inclusão do sistema eletrônico de envio de projetos (Salicweb) e das recentes normatizações no campo audiovisual estatuídas pela ANCINE. Além disso, o leitor encontra na publicação as novidades da Lei do ICMS de São Paulo, com seus novos regulamentos, e sugestões precisas relacionadas com a difícil tarefa de captação de recursos.

O “Guia do incentivo à cultura” é uma obra de interesse para empresas que investem em cultura, profissionais como artistas, produtores e advogados, além de estudantes de Direito, Comunicação e Marketing. “Tenho certeza de que esse livro cumpre bem seu papel de permitir que os agentes culturais possam navegar nesse mar de leis de forma simples, clara e pragmática. Como a mim fez um dia, esse manual ainda vai ajudar muitos dos novos e experientes produtores culturais brasileiros a concretizar seus projetos em prol do desenvolvimento da arte e da cultura brasileiras”, afirma Henilton Menezes Jornalista e Secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

“Este livro de Fábio Cesnik preenche uma lacuna na bibliografia nacional, tornando-se leitura obrigatória sobretudo aos profissionais do Direito, aos seus agentes, àqueles que patrocinam a cultura. Traz excelente contribuição na matéria, colaborando, em decorrência, para o desenvolvimento cultural do Brasil”, complementa Odete Medauar Professora titular da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.
Fábio de Sá Cesnik é advogado e sócio do escritório Cesnik, Quintino e Salinas Advogados, especializado em entretenimento, cultura e terceiro setor, onde presta consultoria jurídica para empresas patrocinadoras de cultura, artistas, produtores culturais e projetos sociais. Entre os clientes atendidos estão empresas, grupos de comunicação, produtores culturais e artistas.


Bacharel em Direito e Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP), Cesnik é coautor dos livros Projetos Culturais: Elaboração, Administração, Aspectos Legais e Busca de Patrocínio, na 5ª edição, e do livro Globalização da Cultura. Colunista de vários veículos, incluindo a revista Panorama Audiovisual, Cesnik possui artigos publicados em diversos livros, revistas e jornais. É professor na área de incentivos fiscais à cultura de diversas escolas, dentre as quais Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas (FGV), Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Faculdades São Luís, Faculdade Jorge Amado, dentre outras.

O livro lançado pela editoria Monole tem 408 páginas e está disponível nas principais livrarias do país.

domingo, 1 de setembro de 2013

Livro Digital Organização e Produção da Cultura


Nem sempre os artistas conseguem um produtor para seus projetos e acabam metendo a mão na massa, motivados pelo desejo de realizar. 

Pensando neles, criei essa sessão exclusiva para toques e dicas de produção. Pra começar, segue o link do Livro Digital Organização e Produção da Cultura, organizado por Linda Rubim, prof. do Curso de Produção Cultural da UFBA e que aborda de forma crítica e abrangente os principais temas que cercam a vida do produtor e da organização da produção cultural. Serve como base para realizações das mais variadas linguagens artísticas!

Link do Livro:
https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ufba/146/1/Organizacao%20e%20producao%20da%20cultura.PDF

É só baixar e começar a ler! 

Descobri o livro através do Central de Editais etc e tal, uma página do Face Book que lança dicas e oportunidades bacanas na área cultural.  Fica a dica.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Iberescena - Processo Seletivo Especial para Compositores e Coreógrafos até 06/09


O programa de apoio às artes "Fundo de Ajuda para as Artes Cênicas Ibero-americanas - IBERESCENA" e o "Programa de Fomento das Músicas Ibero-americanas - IBERMÚSICAS" lançaram processo seletivo especial para projetos de criação e composição coreográfica musical. 

Representados no Brasil pela FUNARTE, os programas vão contemplar iniciativas que apresentem processos de escrita coreográfica e composição de músicas. As obras devem ser criadas e produzidas em parceria entre compositores e coreógrafos. 

O prazo de inscrição termina em 06 de setembro.


quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Setores culturais reagem ao uso da lei Rouanet na moda

Notícia de 28/08/2013 - 03h08 - Trascrita da Folha de São Paulo

JULIANA GRAGNANI DE SÃO PAULO
PEDRO DINIZ COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O uso da Lei Rouanet em benefício de desfiles de moda, liberado pelo Ministério da Cultura na semana passada, causou as primeiras reações de setores culturais.
Entidades do teatro devem enviar nesta semana um ofício à ministra Marta Suplicy. O documento critica a autorização para que os estilistas Pedro Lourenço, 23, Alexandre Herchcovitch, 42, e Ronaldo Fraga, 46, tentem captar mais de R$ 7 milhões via Rouanet --que é um mecanismo de fomento à cultura por meio de renúncia fiscal.

Cursos e doações são a contrapartida dos novos projetos de moda na Lei Rouanet
No texto, a APTI (Associação de Produtores Teatrais Independentes) e a Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro pedem uma reunião com a ministra.

Presidente da APTI, o ator e diretor Odilon Wagner afirma que não vê problemas na inclusão da moda na Lei Rouanet, desde que o benefício vá para a parte criativa dos artistas do setor e não para a "promoção" de suas obras por meio de desfiles.

"É muito comum outras áreas quererem entrar na calha da lei. Sofremos uma concorrência muito desleal", diz.


A decisão de aprovar os projetos de moda foi tomada por Marta depois de a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura, que decide quem pode captar via Lei Rouanet, ter indeferido o pedido de incentivo para dois desfiles de Pedro Lourenço na semana de moda de Paris, em outubro deste ano e março de 2014.

"Os desfiles têm publicidade espontânea enorme, e os empresários poderão aplicar seu dinheiro nisso. O teatro não tem como fazer merchandising nos espetáculos", diz Eduardo Barata, presidente da Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro.

Os projetos de Fraga e Herchcovitch nem sequer foram votados pela comissão:foram aprovados em caráter de urgência por Marta. Segundo a ministra, os desfiles fortalecerão a imagem do país no exterior.

DISCUSSÃO CORPORATIVA

O diretor do Museu da Cidade de São Paulo, Afonso Luz, que integrou a secretaria de Políticas Culturais e hoje é um dos responsáveis por intermediar a relação entre nomes da moda e o ministério, critica a ideia comum de que o setor seja elitista.

"Se alguém pede [o incentivo], é porque precisa. Essa discussão é mais corporativa. Ser reconhecido como setor cultural e não usufruir dos benefícios públicos disponíveis é como não ter cidadania. Moda não se resume à indústria do luxo", diz.

"O problema é que, na hora de dividir o bolo [da Lei Rouanet], ninguém quer compartilhar", afirma o estilista Ronaldo Fraga. Para ele, "a moda precisa de incentivo fiscal", e o Ministério da Fazenda e o do Desenvolvimento deveriam abrir as portas para os estilistas.

"Mas, se o primeiro passo veio do Ministério da Cultura, ótimo, qual é o problema? A lei não vai resolver o problema da indústria, porque ela já está perdida", diz Fraga.

A Lei Rouanet já foi centro de outras polêmicas. Em 2006, a companhia canadense Cirque du Soleil foi autorizada a captar R$ 9,4 milhões, apesar do valor alto de seus ingressos. Em 2011, a cantora Maria Bethânia obteve autorização para captar R$ 1,3 milhão para fazer um blog. Alvo de críticas nas redes sociais, desistiu do projeto.

Durante os debates sobre o projeto de Lourenço na Cnic, a associação teatral já havia enviado uma carta à comissão, que dizia que os desfiles "provocariam distorções imediatas e uma insuperável assimetria concorrencial com os segmentos culturais na disputa por verbas".

Em 2012, o setor teatral captou cerca de R$ 252 milhões pela lei de incentivo fiscal, representando quase 20% do total distribuído por meio da Rouanet.

A moda, por sua vez, captou R$ 168 mil, ou 0,01% do total (veja quadro ao lado).
Embora não haja políticas públicas específicas para o setor da moda, o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior faz investimentos na área por meio do Texbrasil (Programa de Exportação da Indústria da Moda Brasileira).

Até agora, R$ 125 milhões foram investidos em ações para a moda, como o financiamento de desfiles de marcas brasileiras no exterior. Parte dos recursos sai de investimentos privados.

Fonte: